| Pára, observa e escuta o teu redor. Há um silêncio estranho, ouve-o, há palavras nele. Decifra-as. Quando as conseguires ler, serás mestre... |


passo.a.passoMetes-te os pés ao caminho, vacilante e algo torcido foste andando, percorrendo uma linha por ti traçada, algo sinuosa, também perigosa. A estrada torda e tu torto, talvez do vinho, talvez da batalha, talvez das feridas que levavas, no intimo da alma. Feridas instaladas, profundas e fundas. Consumiam-te, comiam-te. Deixavam um cadáver com vida, mas inexistente nela, ossos que se equilibram num esqueleto, que se movem e que carecem de movimento. Estáticos de iniciativa e de vontade. Movem-se pelo simples conforto de sepasso.a.passo


imagensDlembrancasVejo um reflexo no vidro partido daquele café. Desfocado, amedrontado, esquecido, adormecido, atormentado. Não sei de quem seja, nem de quem será. Talvez seja o meu, talvez não. Será certamente o de alguém. Move-se por si. Parece observar-me. Fixo na minha direcção. Não sai dali, chama-me. Desconfio de quem seja. Vou ver quem é. Desfaço-me em conjecturas. Desconfio de quem seja. Moves-te sublime em direcção a algo, vens na minha direcção. Os teus lábios abrem-se num sorriso,imagensDlembrancas


A.solidaoChegou, bateu à porta e entrou. Andava perdida, completa em si, incompleta no fim. Apareces-te, preenchendo o espaço que outrora só ar tinha. Os momentos passados, relembram-se no presente, não dormem, não partem,A.solidao
não sossegam. Nem eles, nem eu. Agitam as entranhas, sobressaltam o coração. Não param. A porcaria do tlm que toca, agita-me o sistema. Cada vez que olho o visor, espero ver o teu nome escrito, mas nunca é o teu. Se estou contigo é porque que


Outro PlANOMomentos em que estou aqui, sem que o teu respirar roce a minha orelha, me quebre de desgosto a latitude e a longitude.Outro PlANO
É na altitude dos pés da cama que morre a saudade dos teus abraços, dos pelos grossos das tuas pernas nas minhas.
Ainda ontem partiste e ficou o eco do teu nome nos cantos do quarto.
Não consigo largar os lençóis onde dormimos, o colchão suga-me o sono pra que pense em ti, no tecto do quarto paira o nosso cheiro, ainda.
Perdi-me para ser mulher nos teus sonhos, na força bruta dos teus braços, dos beijos, e agora não quero vo
That Look

MISTERioPintar-te em pedaços rasgados de papel, ler-te nas folhas riscadas do pincelMISTERio
Pensar-te entre nevoeiros parciais, escrever-te em folhas de jornais
Destilar-te em pipas de metal, despir-te de um escárnio carnal
Sentir por entre linhas tortas, sufocar
Planar em navios naufragados, navegar nos aviões de cartão
Querer ter o que nunca se viu, desejar esquecer quem jamais partiu
Rasgar diários esquecidos em prateleiras caídas, apagar telas esgotadas partidas
Se me perguntares quem sou, não te respondo.
| Pára, observa e escuta o teu redor. Há um silêncio estranho, ouve-o, há palavras nele. Decifra-as. Quando as conseguires ler, serás mestre... |
--
Ancient Ways, Modern Days
Espero que esteja tudo bem contigo, ver se combinamos um café.
Beijinhos*
--
Ancient Ways, Modern Days
--
Claudia.Castilla
--
Please visit me.
[link]
requests: closed
art trades: closed
until I finish all I have to do I should not accept accept it.
*sigh* I wish I could get a sub >_<
Previous Page12345...Next Page